A situação de degradação ambiental provocada em terrenos localizados na rua Guilherme Nunes por causa da obra de substituição da rede coletora de esgoto será discutida em uma reunião no dia 25/03, quarta, às 18h, na Câmara, com a presença do Saae e da Secretaria de Meio Ambiente.
Vale sublinhar que essa obra, fruto de convênio com a Agência Peixe Vivo, abrange tanto uma área de 4.3 km, ao longo das margens do córrego Gameleira, que vai da Barraginha à ponte do Bonfim, quanto uma área de 870 metros, às margens do rio Pará, no São Luiz.
A marcação da reunião no dia 28 foi motivada pelo uso da tribuna na reunião da Câmara do dia 17/03 por parte de Luís Carlos Marques e Michele Ferreira que denunciaram vários estragos ambientais provocados no local em 09/03, além de criticarem o fato da empresa HT Construções ter avisado sobre a execução da obra apenas no dia seguinte.
Essa situação já havia sido investigada pela Secretaria de Meio Ambiente, que por meio de ofício emitido em 16/03, confirmou que a obra tem autorização ambiental, mas reconhece que a empresa realizou “intervenções superiores à autorização, provocou danos pontuais a cercas e muros”, além de ter deixado entulho no local. Essa situação resultou na aplicação de auto de infração que suspendeu a obra onde houve irregularidade até a devida resolução.
A Secretaria também informou que alguns proprietários praticaram ações inadequadas no local que é área de preservação permanente (APP) como por exemplo, implantação de cercas e muros, e criação de animais.

